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Contratos de enfermeiros em Trás-os-Montes chegam ao fim

O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro viu-se legalmente obrigado a notificar os enfermeiros da cessação dos seus contratos de trabalho, sem orientações em contrário do Ministério da Saúde.
Créditos Tiago Petinga / Agência Lusa

A denúncia é feita pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP/CGTP-IN) em comunicado, no qual afirma que, numa altura em que os enfermeiros se encontram «num estado de cansaço extremo» devido ao combate à situação pandémica, as condições de trabalho não contribuem para uma melhoria na prestação de cuidados.

A cessação de contrato aplica-se a enfermeiros que foram contratados para substituir outros, ausentes por várias razões, e que, com o regresso desses, vêem os seus contratos cessar.

A estrutura sindical recorda que o Ministério da Saúde, numa reunião ocorrida a 18 de Dezembro, reconheceu «a injustiça desta situação» e assumiu o compromisso de encontrar a solução que travasse este desfecho «incompreensível» em plena pandemia.

O sindicato reafirma que estes enfermeiros estão a dar resposta a cuidados permanentes pelo que devem ter um vínculo permanente.

Carência obriga a horas extra

O conselho de administração do Centro Hospitalar Baixo Vouga emitiu um comunicado aos enfermeiros onde apela a que todos se disponibilizem para a realização de «turnos fora do horário fixo aprovado».

Em comunicado, o SEP afirma que, pelo contrário, a carência estrutural, agravada pela conjuntura pandémica, exige a contratação de enfermeiros com contrato por tempo indeterminado.

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