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Os 13 militares do Mondego «foram os arautos de um grito de alerta»

A afirmação é da Associação Nacional de Sargentos (ANS), que sublinha que os referidos militares «sabiam, e sabem, melhor que ninguém, o que se passava, e passa, no seu navio».
Créditos Homem de Gouveia / Agência Lusa

Num comunicado, a ANS fala de «homens experimentados, técnicos altamente especializados», condecorados por missões cumpridas «em vários teatros e tipos de missão, em mares nacionais e internacionais, e ao serviço de Agências europeias e/ou em missões da NATO». A ANS refere ainda que, oito desses elementos da guarnição do Mondego, foram louvados recentemente pelo Comandante Naval, por «ao longo dos últimos 20 meses de actividade operacional», o Mondego ter «servido a Marinha e Portugal, em diversos cenários e geografias, em particular no dispositivo da Zona Marítima da Madeira e na operação INDALO, no âmbito do controlo das fronteiras externas da União Europeia, através da agência FRONTEX».

Durante esse período, segundo a ANS, a guarnição do Mondego demonstrou «grande dedicação e forte espírito de missão», o que levou o Comando Naval a conceder-lhes «três dias de mérito pelo excelente desempenho, foco, disponibilidade e competência demonstrados, assentes no profissionalismo, exemplo e vontade de bem fazer, constituindo-se como o exemplo para as restantes unidades navais e para toda a Marinha».

A ANS denuncia as condições técnicas a que a «tutela militar e política» deixou chegar o material e «as condições dos homens e mulheres militares, exigindo sempre, e a qualquer preço, o cumprimento da missão», e acusa essa tutela de ser a principal responsável «pelo estado a que isto chegou e a quem se deve exigir responsabilidades».

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