Créditos / Exame Opinião cuidados de saúde Reforçar o Serviço Nacional de Saúde para garantir o parto hospitalar e acompanhado Tânia Mateus Preocupa-nos que a perceção de experiências negativas, inseguras e dolorosas, que por vezes acontecem, levem à disseminação da ideia de que o parto em ambiente hospitalar, no âmbito do SNS, seja o epítome do parto desumanizado. 22 de Abril de 2026
Créditos / EHF/Press Opinião Direitos da mulher O corpo da mulher como objecto e activo transacionável Tânia Mateus A presença do corpo da mulher nos media e na publicidade é exacerbado e descontextualizado, reduzindo o corpo à sua dimensão física e sexual. 22 de Abril de 2026
Créditos Opinião Tânia Mateus Dos livros aos anúncios: o retrocesso e a afronta aos direitos das mulheres Tânia Mateus Não voltaremos aos cabides, aos corredores escuros, nem ao silêncio. Nem seremos recatadas, nem do lar, enquanto o Governo do PSD e CDS-PP desfila seus «inconseguimentos». E se alguém se incomoda com isso, paciência. 22 de Abril de 2026
Créditos JOÃO ABREU MIRANDA / Agência LUSA Opinião Tânia Mateus Educação Sexual: Aquela-Que-Não-Pode-Ser-Ensinada-Nas-Escolas Tânia Mateus A educação sexual não substitui o papel da família, nem as consultas médicas, mas é insubstituível para o desenvolvimento pleno e informado das crianças e jovens, alterando mentalidades e comportamentos. 22 de Abril de 2026
Créditos Manuel de Almeida / Agência Lusa Opinião Tânia Mateus Se a violência sobre as mulheres não conhece limites, nós abrimos um novo caminho Tânia Mateus A persistência de várias formas de violência está, também, naquilo que o Governo escolhe não fazer: falta de habitação, salários de miséria, precariedade permanente – nada disso é fatalidade. É uma escolha política que transforma a dependência económica das mulheres numa forma de violência. 22 de Abril de 2026
Créditos José Coelho / Agência Lusa Opinião Tânia Mateus 8 de março: Connosco não marcham proxenetas Tânia Mateus Uma sociedade democrática não pode aceitar como inevitável a violência sexualizada, a mercantilização dos corpos ou a normalização da desigualdade. Onde há exploração, não há emancipação. E nenhuma sociedade justa pode chamar liberdade àquilo que transforma pessoas em mercadoria. 22 de Abril de 2026