Passar para o conteúdo principal

|Polícia

ASPP pressiona Governo

A Associação Sindical dos Profissionais da Policia pretende do Governo uma «proposta formal e escrita, modelo de negociação política e não meramente técnica», com «efeitos já em Janeiro de 2027, mesmo com a continuidade da negociação».

Os polícias queixam-se do não cumprimento do Estatuto Profissional e da falta de resposta do Governo

Créditos Manuel de Almeida / Agência Lusa

Em comunicado, a Associação dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) dá conta da realização, esta quinta-feira, de uma reunião técnica no Ministério das Finanças, marcada pelo MAI, na continuidade das negociações do acordo de 2024, com a participação da ASPP, SNOP, SNCC e SIAP.

Segundo a ASPP, o Governo não apresentou proposta, mas uma ideia projectada sobre carreiras e níveis remuneratórios, ideia que «corresponde à mesma da última reunião no MAI: suprir postos nas carreiras de agente e chefe e alargar níveis remuneratórios, conjugado com ajustes nos conteúdos funcionais, entre outros». Por seu lado, e perante esta situação, a ASPP afirma ter manifestado disponibilidade para negociar, reconhecendo a importância do acordo de 2024, mas sublinhando não estar disponível para «negociações que soneguem conquistas passadas ou políticas de tirar aqui para colocar ali».

A ASPP pretende que o Governo apresente uma «proposta formal e escrita, modelo de negociação política e não meramente técnica», com «efeitos já a Janeiro de 2027, mesmo com a continuidade da negociação». A associação afirma ainda que manterá os protestos «até que estes requisitos sejam garantidos», com o objectivo de «pressionar o Governo».

Tópico

Contribui para uma boa ideia

Desde há vários anos, o AbrilAbril assume diariamente o seu compromisso com a verdade, a justiça social, a solidariedade e a paz.

O teu contributo vem reforçar o nosso projecto e consolidar a nossa presença.

Contribui aqui