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Governo instado a reflorestar áreas ardidas em 2017

O Parlamento aprovou um projecto do PEV para retirar as árvores ardidas, travar o crescimento espontâneo de eucaliptos e reflorestar com espécies autóctones as áreas atingidas pelos incêndios de 2017.

O Partido Ecologista Os Verdes (PEV) congratulou-se com a aprovação, em plenário da Assembleia da República (AR), do seu Projecto de Resolução que recomenda ao Governo a criação de apoios específicos, aos pequenos proprietários agrícolas, para a retirada das árvores queimadas pelos grandes incêndios de 2017 que ainda permaneçam nos seus terrenos, bem como um conjunto de outras medidas em defesa de uma floresta sustentável e do mundo rural.

Entre as medidas propostas no seu projecto, o PEV destaca: a rearborização com espécies endógenas – mais resilientes aos incêndios – das áreas ardidas, mediante os necessários apoios; a redução da área coberta com eucaliptos de crescimento espontâneo, em particular nos terrenos em que esta espécie não era dominante; e a fiscalização sobre plantações ilegais de eucaliptos, em particular nas áreas de interface junto aos espaços urbanos e industriais.

Outras medidas propostas pelos Verdes são de alcance futuro, como o estabelecimento de apoios imediatos apoios imediatos aos pequenos proprietários, autarquias e baldios para que, em caso de novos incêndios, procedam ao arranque de eucaliptos espontâneos, até 18 meses após a ocorrência dos incêndios, de forma a travar a sua proliferação descontrolada – em vez de estar a fazê-lo ao fim de três anos, como hoje sucede relativamente a 2017.

Segundo a página da AR, o Projecto de Resolução 521/XIV do PEV foi aprovado sem votos contra, com abstenções de PSD, CDS-PP, IL e CH.

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