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Continuam as negociações na EMEL

As previsões para o ano de 2022, inscritas no Plano de Actividades e Orçamento da EMEL, contrariam, «em toda a linha», o discurso de dificuldades que sustenta a posição da administração.

Créditos / ECO

O processo negocial continua, e com cada vez mais cedências da parte da administração da EMEL, responsável pela gestão, exploração e manutenção de locais de estacionamento público na cidade Lisboa, às reivindicações dos trabalhadores.

Aquilo que era impossível em Janeiro, tornou-se realidade em Fevereiro (a EMEL aceitou retirar os objectivos quantitativos em 2022), e aquilo que era duvidoso em Fevereiro, passou a ser discutível. Embora a proposta seja ainda incipiente, abre novos caminhos para a próxima reunião, já marcada para 28 de Março.

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Objectivos quantitativos saem finalmente da avaliação de desempenho na EMEL

Foi graças à persistência e luta dos trabalhadores que a EMEL aceitou retirar os objectivos quantitativos da avaliação de desempenho, afirma o sindicato. Mantém-se a exigência do aumento dos salários.

Créditos / EMEL

O atendimento da reivindicação dos trabalhadores da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) foi comunicado no dia 11 de Fevereiro, naquela que foi a segunda reunião com a administração desde o início do ano. 

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN) revela num comunicado que, na altura, a empresa «ainda não tinha resposta» à maioria» das matérias que constam do caderno reivindicativo para este ano, de onde se destaca a questão do aumento dos salários, estando marcada nova reunião para o dia 3 de Março. 

Já quanto às avaliações de desempenho, a EMEL «aceitou retirar os objectivos quantitativos em 2022 », estando a «ponderar como tratar», relativamente ao ano de 2021, «analisando o peso deste factor nas avaliações».

O sindicato valoriza a decisão face a «uma das principais exigências» dos trabalhadores da EMEL, salientando que a mesma «não teria sido possível sem a força, determinação e a união dos trabalhadores, em conjunto com o seu sindicato de classe, o CESP».

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«Depois de largos anos de congelamento e do processo injusto e discriminatório do ano passado, não é aceitável o posicionamento da empresa» em relação aos salários, denuncia o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN), ainda para mais tendo em conta as boas previsões para este ano, 2022.

Ainda sem resposta ficou a exigência de 25 dias de férias, a folga no dia de aniversário, o aumento de subsídio de transporte de valores e a atribuição do passe navegante aos trabalhadores.

Os trabalhadores da EMEL «precisam de melhores salários para viver com dignidade e num momento em que o aumento do custo de vida estrangula o dia a dia de tantos, torna-se ainda mais evidente esta emergência nacional que é o aumento geral dos salários».

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