«São cada vez mais frequentes as situações de contentores sobrelotados, lixo acumulado na via pública e monos por recolher durante várias semanas, realidade que tem originado legítimas reclamações da população e uma crescente degradação do espaço público», refere a União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira (UFBBVA), de maioria CDU, numa carta aberta à Câmara Municipal da Moita (CMM) e a todos os moradores do concelho.
Perante um crescente volume de reclamações e denúncias por parte de moradores desta freguesia, que a autarquia tem reencaminhado para a CMM, a UFBBVA considera fundamental «esclarecer que a recolha de resíduos urbanos indiferenciados e de monos nunca foi, nem é, competência da Junta de Freguesia, não podendo esta ser responsabilizada por um serviço que não executa nem assegura».
A junta exige da Câmara Municipal da Moita, de maioria PS, a tomada de medidas urgentes que «reforcem a recolha de resíduos e monos, o aumento da frequência das recolhas nas zonas mais críticas, a instalação de mais contentores para resíduos indiferenciados e a substituição dos equipamentos degradados ou danificados».
Disponibilizando-se para participar em todas as soluções, dentro das «suas competências», que sejam necessárias para enfrentar o problema no sector da higiene urbana, o certo é que a Baixa da Banheira e o Vale da Amoreira «não podem continuar a conviver com situações que comprometem a saúde pública, a qualidade de vida e a imagem do nosso território». A população tem direito a espaços públicos «limpos, cuidados e dignos», defende a UFBBVA.
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