«Um filho, no tempo presente, 2023, escreve uma carta ao pai em 1972. Um diálogo com cinquenta anos de atraso», lê-se na sinopse do trabalho da Casa da Esquina, que passou por Bragança, na véspera do 25 de Abril.
A peça, com texto e encenação de Ricardo Correia, apoiada pela investigação da correspondência trocada naquela época, entre ex-combatentes e os seus familiares, «revela o que ficou nas entrelinhas e escapou à censura do regime fascista português – as lacunas, subjectividades e silêncios de uma guerra que ainda hoje continua guardada dentro de cada um».
Depois da Marinha Grande, no dia 30, Cartas da Guerra 61-74 regressa ao palco do Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra, dia 17 de Maio, às 21h30, encerrando a digressão dia 6 de Junho, no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar.
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