A criação, assinada por Pedro Gil, director da companhia Razões Pessoais, e Miguel Castro Caldas, artista associado, parte da coincidência que os dois conheciam há anos e que motivou conversas, talvez parecidas à que levam ao palco, embora com dissonâncias sobre a arte que imita a luta – ambos são cinto negro de karaté.
Vai daí, deram cumprimento à «fantasia» de trabalhar em torno desta arte marcial, que é, para ambos, autobiografia, filosofia e metáfora para o teatro e para a vida. «Se não fosse o karaté, levávamos pontapés e não sabíamos o que nos estava a acontecer», assume uma das personagens.
O trabalho alinhado pelos dois artistas, com mestria, ironia e humor, será apresentado na Sala Mário Viegas a partir desta quarta-feira, às 19h30, até ao próximo dia 5 de Julho.

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