Trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) estão em greve de 24 horas, e estiveram concentrados em frente à sede da instituição, em Lisboa, exigindo aumentos salariais e melhores condições de trabalho.
Os trabalhadores exigem: a actualização do salário para todos os trabalhadores em regime de contrato individual de trabalho, mantendo a diferenciação em todos os graus; o descongelamento das progressões, fazendo progredir quem tem direito; o cumprimento da valorização profissional; e a eliminação das propostas apresentadas pela Mesa da SCML, que visam dificultar ainda mais o direito à progressão.
Segundo os trabalhadores, a Mesa, ao mesmo tempo que anuncia que teve 5,8 milhões de euros de lucro em 2015, mantém congelados os salários, desde 2009, e define regras próprias para a progressão de alguns trabalhadores.
Alcides Teles, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, informou à imprensa que «A adesão à greve tem algum impacto nos lares, porque as pessoas que trabalham nos serviços mínimos têm de lá estar, há creches encerradas, nas chamadas UDIP [Unidades de Desenvolvimento e Intervenção de Proximidade] houve adesão à greve, portanto temos uma adesão significativa».
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