«A contratação colectiva é uma conquista dos trabalhadores organizados», relembra o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura, e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB/CGTP-IN), e os resultados não deixam margem para dúvida. O Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) da Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (Fesaht/CGTP-IN), que o SINTAB integra, com a Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP) é disso exemplo.
O CCT deste sector, que abrange 17 empregadores e cerca de 3200 trabalhadores dos Vinhos do Porto «que se dedicam à produção e comercialização de vinhos, seus derivados e bebidas e bebidas espirituosas em geral», foi alvo de uma actualização com efeitos a Junho de 2026, incluindo o aumento do subsídio de alimentação para 6,14 euros diários e uma diária de 55,96 euros por viagens de serviço.
Em termos salariais, a tabela sofreu algumas actualizações, estabelecendo 11 níveis remunerativos. Os salários vão do salário mínimo (para trabalhadores no seu primeiro ano nas carreiras de contínuo, porteiro, assistente administrativo), aos 1094 euros mensais para caixas, técnicos administrativos, comerciais e de segurança ou vendedores e 1355 euros para os trabalhadores enólogos e analistas.
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