Estão fechadas as negociações entre a Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio e Serviços (FEPCES/CGTP-IN) e a Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos (Groquifar), a organização patronal do sector do comércio de produtos químicos, para a revisão dos valores do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) em vigor, com retroactivos a Janeiro de 2026.
Para além de aumentos em vários níveis da tabela salarial, estabelecendo salários mínimos para cada categoria, o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN), estrutura sindical que integra o FEPCES, destaca, em comunicado enviado ao AbrilAbril, a valorização de outras cláusulas presentes no CCT.
O CESP realça o aumento do subsídio de refeição no sector para 9,58 euros por dia, das diuturnidades para 48 euros (cada diuturnidade, até a um máximo de 4: uma por cada 3 anos de permanência na mesma categoria) e do abono de falhas para 46,15 euros mensais (para todos os trabalhadores encarregues de fazer ou receber pagamentos). Valorizando as «conquistas» deste acordo, o CESP reforça a importância de os trabalhadores se juntarem à actividade e luta sindical, indispensável para assegurar novas valorizações.
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