Ao longo das últimas semanas, vários sindicatos associados à UGT têm vindo a declarar a sua adesão à greve geral de 3 de Junho, convocada pela CGTP-IN, ignorando a posição assumida pela direcção nacional. Um dos casos é o Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes (SITRA/UGT), que apelou na semana passada à adesão de todos os trabalhadores, «independentemente do sector onde trabalham, da sua profissão ou da sua idade, que adiram à Greve Geral de 3 de Junho. Que mostrem que os trabalhadores não estão dispostos a aceitar medidas que consideram prejudiciais aos seus direitos e ao seu futuro».
Por seu lado, o Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (SINDEPOR/UGT) afirma que «não pode deixar de estar de acordo com os motivos da greve geral do próximo 3 de junho, sublinhando que as enfermeiras e enfermeiros têm todo o direito a paralisar nesse dia».
Para além destes, também o Sindicato Nacional Democrático da Ferrovia (SINDEFER/UGT), o Sindicato dos Trabalhadores do Sector de Serviços (SITESE/UGT), Sindicato da Marinha Mercante, Indústrias e Energia (SITEMAQ/UGT), o Sindicato de Professores, de Técnicos Superiores, de Assistentes Técnicos e Operacionais (SINAPE/UGT), manifestaram a sua adesão.
Também vários sindicatos independentes, sem filiação a qualquer central sindical, estão a mobilizar para a luta contra o pacote laboral de 3 de Junho, como é o caso do Sindicato dos Maquinistas (SMAQ), o Sindicato dos Jornalistas (SJ), o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), o Sindicato Independente de Todos os Enfermeiros Unidos (SITEU), a Associação Sindical dos Profissionais da Policia (ASPP), o Sindicato Independente do Serviço Comercial (ASSIFECO), o Sindicato Nacional de Profissionais de Seguros e Afins (Sinapsa), o Sindicato Nacional de Quadros Técnicos, o Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) e o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD (STEC).
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