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Sindicato dos seguros expressa vontade «clara e inequívoca» de aderir à CGTP-IN

«Em tempos de grande ofensiva patronal contra os direitos laborais e sociais, a unidade dos Trabalhadores na defesa dos seus interesses comuns é decisiva». 84,76% votou pela adesão do Sinapsa à CGTP-IN.

Sinapsa/CGTP-IN 

Créditos André Kosters / Agência Lusa

A Assembleia Geral Extraordinária Descentralizada do Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins (Sinapsa) «está concluída». A vontade dos trabalhadores afiliados ao sindicato, nas votações que decorreram entre 25 e 29 de Maio, foi claro: 84,76% determinou que o futuro do Sinapsa «passa pela integração na maior organização sindical e social deste País, reforçando a nossa capacidade de intervenção e simultaneamente dando mais voz aos trabalhadores de seguros».

O sindicato regressará assim ao seio da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP-IN), uma central sindical que o Sinapsa ajudou a fundar em 1970, mais de 50 anos depois. 

É a «sequência lógica de um longo percurso sindical comum, da nossa participação enquanto sindicato não filiado na vida da CGTP-IN e das suas estruturas descentralizadas, e especialmente na acção sindical convergente com os princípios e práticas da central, que desde sempre as consideramos como nossas». A direcção do sindicato está mandatada para formalizar junto da CGTP-IN o pedido de adesão do Sinapsa, algo que, anuncia em comunicado, «será concretizado oportunamente». 

«Em tempos de grande ofensiva patronal contra os direitos laborais e sociais», com expressão máxima no pacote laboral cozinhado pelo Governo PSD/CDS-PP, os membros do Sinapsa consideram ser este o momento decisivo «da unidade dos trabalhadores na defesa dos seus interesses comuns». A CGTP-IN é «a maior e mais combativa Central Sindical portuguesa, determinante na defesa dos direitos dos Trabalhadores e da Democracia» e a única que «possui a capacidade para liderar o Movimento Sindical Unitário e a luta a partir dos locais de trabalho contra o retrocesso civilizacional que o governo e patrões pretendem impor em Portugal», considera o sindicato.

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