Esta quinta-feira, de rompante, um video surgiu nas redes sociais e com ele veio a prova de um internacionalismo proletário que uns quantos arautos do capitalismo o davam como inexistente. A CGTP-IN, a CGT, a FGTB, a CGIL e a CCOO juntaram-se para uma tomada de posição comum.
Os trabalhadores de Portugal, França, Bélgica, Itália e Espanha estão confrontados com o aumento do custo de vida, com o empobrecimento, com a destruição dos serviços públicos, e com as consequências do neoliberalismo e, face a tal, têm aumentado o caudal de luta.
Neste sentido, as centrais sindicais desses países juntaram-se para gritar «basta!» da política que condena os trabalhadores à miséria. No vídeo publicado pelas estruturas sindicais, pode ler-se na descrição do mesmo que «Em França, Espanha, Itália, Bélgica e Portugal: os trabalhadores, as trabalhadoras e a juventude mobilizam-se contra a carestia de vida e a austeridade, pelos nossos salários, empregos, serviços públicos e direitos, em particular à habitação e à educação».
Se tal não fosse suficiente, as mesmas, vincando a unidade que lhes é característica, afirmam ainda: «Juntos, denunciamos a impostura social da extrema-direita, cujo discurso de ódio ameaça a democracia e os sindicatos».
Depois da greve geral que se realiza esta quinta-feira, dia 5 de Novembro, em França, Espanha também terá uma greve geral em 11 de Novembro enquanto em Itália será nos dia 20, 21 e 23 de Novembro. Para Bélgica prevê-se uma forte manifestação, assim como em Portugal, no próximo dia 21 de Novembro, uma acção de luta que surge um dia depois de uma greve geral da Administração Pública que irá afectar diversos sectores do Estado.
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