O Citemor, cujo arranque acontecerá a 17 de Julho, às 21h30, no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra, com a apresentação de Dressing Room, de Lígia Soares, traz, segundo a organização, «estreias, antestreias, produções próprias e obras desenvolvidas em residência de criação, reafirmando a sua vocação enquanto espaço de criação e experimentação artística».
O festival encerra a 8 de Agosto, no Teatro Esther de Carvalho, em Montemor-o-Velho, com Shooting the Waves – Toma #1, filme de Olga Mesa, seguido de um concerto especial de Humberto, «que, para além de apresentar o álbum Mau Teatro, promete uma performance concebida especialmente para o encerramento desta edição».
Ao longo das suas 48 edições, o Citemor tem afirmado a região de Montemor-o-Velho «como um território propício à criação artística contemporânea, gerando um contributo efectivo para a sua identidade, para a economia e para a coesão territorial».
Os promotores deste festival consideram a sua realização um acto de reflexão «sobre a liberdade de criação, sobre a igualdade de acesso, de participação, de representação, e sobre o papel que a cultura desempenha no reforço da democracia», mas também «um gesto poético de resistência».
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