Numa nota, a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans/CGTP-IN) afirmou que o acordo foi alcançado após todas as organizações representativas terem assumido uma posição comum sobre a matéria, tal como a estrutura defendia.
Reunidos em plenário a 31 de Julho, os trabalhadores da STCP decidiram avançar com greve ao primeiro dia útil de cada mês, até Setembro, caso não houvesse uma resposta da empresa às suas reivindicações, entre as quais o aumento dos salários, por realizar desde 2009.
À altura, Eduardo Ribeiro, do Sindicato dos Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN/CGTP-IN), afirmou haver uma proposta da empresa na ordem dos 1,8%, que foi rejeitada, e que a contraproposta do sindicato era de 2,5%, com retroactivos.
Além de alterar horários, o acordo de revisão da tabela salarial, disponível no portal da Fectrans, fixa o salário mais baixo na STCP em 628,60 euros, com efeitos retroactivos a Maio de 2018, sem prejudicar «eventuais negociações que venham a ser desenvolvidas entre as partes, a partir de Janeiro de 2020».
O documento prevê igualmente que o conselho de administração fica de diligenciar «que os serviços de transporte dos trabalhadores sejam diariamente assegurados, nomeadamente ao final do dia», de forma a não prejudicar estes no regresso a casa. Em contrapartida, os sindicatos aceitam a retirada da moção aprovada no plenário de 31 de Julho.
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