A CPPME acusa o Governo de «não apoiar a actividade das micro, pequenas e médias empresas e, com elas, o sustento de mais de três milhões de trabalhadores», mantendo os obstáculos à sua rentabilidade e sustentabilidade económica. Por outro lado, considera que este Orçamento do Estado (OE) favorece os grandes grupos económicos e os grandes consumidores energéticos em detrimento das micro, pequenas e médias empresas, que representam «99,9% do tecido económico nacional».
A CPPME afirma que o OE «mantém a diminuição acentuada do poder de compra das famílias e, consequente, a contracção do mercado e a diminuição do potencial de rendimento das empresas que representa. Entretanto, chama ainda a atenção para as «taxas de juros, com a manutenção de custos e spreads bancários abusivos», e para a «manutenção de elevadas taxas de IVA, desalinhadas com as praticadas em Espanha, nomeadamente no que respeita à energia e combustíveis».
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