Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio Escritório e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN), as trabalhadoras da Santa Casa da Misericórdia de Machico reivindicam uma valorização salarial, nomeadamente a atribuição de uma diuturnidade no montante de 21 euros por cada cinco anos de antiguidade, a partir da entrada ao serviço e até ao limite de cinco diuturnidades. A aplicação do Contrato Colectivo de Trabalho das IPSS, negociado entre a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) e a Federação Portuguesa dos Sindicatos de Comércio e Serviços, é outra exigência a motivar a paralisação.
Além de sublinhar «a desigualdade existente nas trabalhadoras da Misericórdia de Machico, com as demais trabalhadoras da mesma actividade nas IPSS», o CESP considera que o serviço prestado no sector social está sustentado nos baixos salários e na desvalorização da carreira profissional, não reconhecendo o trabalho de risco, como acidentes de trabalho ou doenças profissionais.
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